Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Alexis II escreve a Bento XVI


Alexis II, Patriarca de Moscovo e de todas as Rússias, escreveu uma carta a Bento XVI, em resposta à missiva que o Papa lhe enviou por intermédio do Cardeal Crescenzio Sepe, Arcebispo de Nápoles, durante uma visita a Moscovo em Outubro.

A missiva, em russo, começa agradecendo a carta que Bento XVI enviou por meio do Cardeal Sepe. O Patriarca escreve que deseja expressar seus “sentimentos de profunda estima e sincera benevolência” ao Papa, a quem faz votos de boa saúde.

Para o líder Ortodoxo Russo, são motivos de alegria ”as crescentes perspectivas para desenvolver boas relações e uma positiva cooperação” entre ambas as Igrejas. A base sólida desta relação está nas raízes comuns e nas “posições convergentes sobre muitas questões que hoje afligem o mundo”, escreve.

Por fim, o Patriarca diz-se “convicto” de que a maior revelação do Evangelho, "Deus é amor", deveria converter-se em uma “orientação vital” para todos aqueles que se consideram seguidores de Cristo, pois, e cita textualmente, “somente por meio do testemunho deste mistério podemos superar a discórdia e a alienação deste século, proclamando os valores eternos do cristianismo ao mundo moderno”.


(Fonte: site H2O News com adaptação de JPR)

Corrida eleitoral nos EUA chegou ao fim: os americanos escolhem o seu novo Presidente

A campanha presidencial nos EUA conhece hoje o seu desfecho. O democrata Barack Obama conservou até ao último dia a vantagem nas sondagens e, tudo indica, será o próximo presidente americano. O Republicano John McCain não se dá por vencido, mas só um apoio maciço na Florida, Indiana, Missouri, Ohio, Nevada e Carolina do Norte lhe pode dar a vitória.

O mundo aguarda a resposta que caberá aos mais de cem milhões de eleitores aguardados nas assembleias de voto por toda a América, dar. Uma participação recorde (mais de 80% dos eleitores) que prova o carácter histórico desta eleição. Antes de mais pelos candidatos: se vencerem os democratas, a América terá o seu primeiro presidente negro, concretizando assim o sonho de Martin Luther King e da geração dos direitos civis; se vencerem os republicanos, Sarah Palin, a número dois de McCain, tornar-se-á na primeira mulher na Casa Branca, outro marco da luta pela igualdade do género. Depois, pelas circunstâncias: os EUA vivem uma gigantesca crise económica e combatem em duas guerras no Médio Oriente.

A "urgência da mudança", como lhe chamou Obama, arrastou para a campanha grupos até agora alheados das decisões políticas. Jovens, negros, mulheres, todos entraram na campanha e prometem acorrer às urnas na esperança de fazer a diferença. E num aspecto já o fizeram: o mapa eleitoral da América mudou nesta corrida à Casa Branca, com os candidatos obrigados a lutarem por estados que davam como bastiões do seu partido.

Com um presidente cessante francamente impopular, com a opinião pública esmagadoramente a considerar que o país avança na direcção errada, há um sentido de urgência nesta eleição que não encontra paralelo na história recente.


(Fonte: site Radio Vaticana)

A “cegueira”

«(…) , a negação da questão de Deus, a renúncia a esta elevada abertura do homem, é um acto de fechamento, é esquecer o grito íntimo do nosso ser. Neste contexto Josef Pieper citou palavras de Hesíodo, retomadas pelo Cardeal Newman, nas quais esta problemática se encontra expressa com inimitável elegância e precisão. “Ser sábio com a cabeça de outrem (…) é decerto menos que sê-lo com a nossa, mas tem infinitamente mais peso que o orgulho estéril daquele que não realiza a independência do sapiente e ao mesmo tempo despreza a dependência do crente.”»


(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)

O Prelado do Opus Dei escreveu ao Reitor da Universidade de Navarra

D. Javier Echevarría, Grande Chanceler da Universidade de Navarra, enviou uma carta ao seu Reitor na qual expressa a sua “proximidade total” e “uma intensa participação na vossa dor, perante este atentado difícil de entender e suportar”.

D. Echevarría pediu ao Reitor que transmitisse o seu afecto “a todos: autoridades, professores, estudantes e funcionários” da Universidade.

O Grande Chanceler dá graças a Deus porque os prejuízos serem “somente materiais, e os feridos ligeiros”.

D. Echevarría referiu-se em concreto à concentração entretanto realizada na Universidade; sugerindo na sua carta que para além de um “acto de solidariedade”, tenha sido igualmente ocasião para rezar e “expressão de perdão”.

A autoridade superior da Universidade de Navarra une-se ao desejo de se lograr “uma convivência social justa e equilibrada, em respeito por todas as pessoas e contributiva para a paz no mundo inteiro”.

Finalmente, o Grande Chanceler recorda que estes momentos são para os cristãos ocasião para se converterem em “semeadores de paz e alegria.”


(Fonte: site Opus Dei Espanha com tradução e adaptação de JPR)