Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Vencer a crise

Estamos a viver em recessão. A confirmação do facto não tem em si novidade. Sabíamo-lo. Sentíamo-lo. Mesmo antes do Governador do Banco de Portugal nos anunciar, ontem, que o último trimestre de 2008 foi já de acentuada queda do produto.Continuaremos assim. Em contracção, em 2009. Embora longe da queda de três por cento prevista para a Alemanha e abaixo dos valores previstos para Espanha.

Com 60 por cento de hipóteses, o cenário será ainda pior. Para 2010, tudo o que poderemos esperar é a estagnação.

A crise terá, contudo, contornos originais. Muitos perderão o emprego, mas os que o mantiverem -sobretudo na classe média – poderão contar até com uma ligeira folga em resultado da baixa dos juros, do preço dos combustíveis e da inflação. Para estes (e serão a maioria) será hora de fazer tudo para preservar o seu posto de trabalho. Redobrando o esforço, o empenho e a motivação. E será hora para aproveitar para racionalizar os gastos, sem deixar de gastar, mas inscrevendo na agenda de cada um a grave obrigação da solidariedade com os mais pobres.

Às vezes, um olhar sereno sobre a economia pode fazer, por ela, muito mais do que um banho de investimento. A única certeza que podemos ter sobre esta crise é que vencê-la. Demore o que demorar.


Graça Franco
(Fonte: site RR)

Giovanni Bellini - Exposição em Roma

Infelizmente é só até ao dia 11 de Janeiro, quem tiver a oportunidade é verdadeiramente a não perder, pois além de Nossa Senhora tem pinturas extraordinárias da vida do Senhor.

Deixo-vos aqui uma foto relativa à Baptismo de Jesus Cristo, festividade que se celebra no próximo Domingo e existente na Igreja de Nossa Senhora de Corona em Vicenza - Itália.

Bento XVI na audiência geral - “O verdadeiro culto é a comunhão com Cristo”


Retomando, na audiência geral desta quarta-feira o ciclo de catequeses que, por ocasião do Ano Paulino em curso, tem vindo a dedicar a São Paulo, Bento XVI deteve-se hoje a reflectir sobre “um dos aspectos mais interessantes do seu pensamento: o culto que os cristãos devem prestar a Deus”.

A teologia do Apóstolo – sublinhou o Papa – centra-se sobre a cruz de Cristo, que renova radicalmente a realidade do culto. “O antigo culto termina no acto supremo do amor divino incarnado em Cristo, amor levado à sua plenitude com a sua morte na cruz. O corpo do Ressuscitado é o único templo”.

Bento XVI evocou três textos da Carta aos Romanos que explicam esta transformação radical da realidade do culto. No capítulo terceiro, o apóstolo afirma que Deus constituiu Cristo Jesus em “sacrifício de propiciação mediante a fé no seu sangue”, indicando assim que o culto antigo que tinha lugar no templo de Jerusalém, com os sacrifícios de animais, tinha sido substituído pelo culto real, o amor de Deus incarnado em Cristo e levado à sua plenitude com a sua morte na cruz. No capítulo doze, repete-se o mesmo conceito quando Paulo exorta os cristãos a apresentarem os seus corpos “como sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o culto racional que Lhe deveis prestar”.

“O verdadeiro culto, portanto, não há-de ser entendido em sentido moralista, mas sim na comunhão com Cristo, realizada na fé e nos sacramentos, apesar das nossas carências. É por isso que na Eucaristia se pede que a comunidade celebrante esteja realmente unida a Cristo, de modo a nos tornarmos em oferenda realmente agradável a Deus”.Finalmente, no capítulo quinze da Carta aos Romanos – acrescentou ainda Bento XVI – sublinha-se outro aspecto da concepção paulina de culto: “que a auto-doação de Cristo atrai todos os povos à comunhão; somente unido a Cristo o mundo pode chegar a ser como o desejamos: espelho do amor divino”.

(Fonte: site Radio Vaticana)

Maria – Veneração e imitação

«Venerar Maria à distância seria inútil, se a atitude de Maria não encorajasse directamente à imitação e, mesmo, em certo sentido, a um seguimento que lhe caminhe no encalço. Aqui poderia levantar-se a objecção de só devermos seguir Cristo e – como Paulo diz – também imitá-lo, e que a imitação de uma outra pessoa se interporia aí como factor de perturbação. Mas não é assim. Na medida em que em Maria tudo repousa no “sim” a Deus e, a partir de então, tudo se lhe segue como consequência.»

(…)

«Porque o “sim” de Maria é tão imaculado e perfeito, a sua imitação e veneração não constitui qualquer espécie de espiritualidade separada. É o contrário que há que dizer: nenhuma espiritualidade aprovada na Igreja pode permitir-se chegar a Deus passando ao lado deste modelo de perfeição cristã e não sendo também mariana.»


(Hans Urs von Balthasar in ‘Maria primeira Igreja’ – Joseph Ratzinger e Hans Urs von Balthasar)

O Papa à FAO: a má nutrição pode ser derrotada

A má nutrição e a pobreza são o paradoxo de uma época que poderia derrotar a fome e não consegue assegurar desenvolvimento para todos: foi o que denunciou Bento XVI recebendo os participantes da 34ª Conferência Internacional da FAO, que se realiza em Roma.

O Papa evidenciou o paradoxo de um mundo onde aumenta a pobreza enquanto se verifica uma prosperidade sem precedentes.

À FAO, às organizações internacionais, a todos os homens e mulheres, a Igreja pede um compromisso extraordinário em prol do desenvolvimento, baseado no uso racional dos recursos.

A paz – acrescentou – não é somente ausência de conflitos mas também capacidade de basear-se nos princípios da justiça das decisões. E a religião tem um papel a desempenhar, como potente força de reconciliação e perdão, para a formação de homens e mulheres e para o desenvolvimento de uma sociedade que deve fazer frutificar os seus recursos para o bem de todos.

(Fonte: H2O News)

O Evangelho de dia 7 de Janeiro de 2009

São Marcos 5, 45-52

Jesus obrigou logo os seus discípulos a subirem para o barco e a irem à frente, para o outro lado, rumo a Betsaida, enquanto Ele próprio despedia a multidão.

Depois de os ter despedido, foi orar para o monte.

Era já noite, o barco estava no meio do mar e Ele sozinho em terra.Vendo-os cansados de remar, porque o vento lhes era contrário, foi ter com eles de madrugada, andando sobre o mar; e fez menção de passar adiante.

Mas, vendo-o andar sobre o mar, julgaram que fosse um fantasma e começaram a gritar, pois todos o viram e se assustaram.

Mas Ele logo lhes falou:

«Tranquilizai-vos, sou Eu: não temais!»

A seguir, subiu para o barco, para junto deles, e o vento amainou. E sentiram um enorme espanto, pois ainda não tinham entendido o que se dera com os pães: tinham o coração endurecido.