Natal

Natal
Vinde, Senhor Jesus! Estamos ansiosos pela vossa chegada para proclamarmos de novo o nascimento do Filho de Deus Pai

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Fátima: Centenário

Oração diária:

Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

“Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.

AMA, Fevereiro, 2017

Deves ter uma intensa devoção à nossa Mãe

Invoca a Santíssima Virgem; não deixes de pedir-lhe que se mostre sempre tua Mãe – "monstra te esse Matrem!" – e que te alcance, com a graça do seu Filho, clareza de boa doutrina na inteligência e amor e pureza no coração, com o fim de saberes ir até Deus e levar-lhe muitas almas. (Forja, 986)

Deves ter uma intensa devoção à nossa Mãe. Ela sabe corresponder com finura aos obséquios que Lhe fizermos. Além disso, se rezares o Terço todos os dias com espírito de fé e de amor, Nossa Senhora encarregar-se-á de te levar muito longe pelo caminho do seu Filho. (Sulco, 691)

Sem o auxílio da nossa Mãe, como havemos de aguentar-nos na luta diária? – Procuras essa ajuda constantemente? (Sulco, 692)

O amor à nossa Mãe será sopro que transforme em lume vivo as brasas de virtude que estão ocultas sob o rescaldo da tua tibieza. (Caminho, 492)

Ama a Senhora. E Ela te obterá graça abundante para venceres nesta luta quotidiana. – E de nada servirão ao maldito essa coisas perversas, que sobem e sobem, fervendo dentro de ti, até quererem sufocar, com a sua podridão bem cheirosa, os grandes ideais, os mandamentos sublimes que o próprio Cristo pôs no teu coração. – "Serviam!" – Servirei! (Caminho, 493)

A Jesus sempre se vai e se "torna a ir" por Maria. (Caminho, 495)

São Josemaría Escrivá

Os novos ‘sans-cullotes’

Paradoxo pós-moderno: há liberdade total para chocar e escandalizar, mas não se dê a ninguém o direito a sentir-se ofendido pelas atitudes indignas.

A imaginação mais prodigiosa não logra adivinhar os extremos a que são capazes de chegar alguns energúmenos pós-modernos, mas a No Pants Subway Ride pode dar uma ideia. Trata-se de uma iniciativa em que muitos nova-iorquinos participam todos os anos e que consiste, como o seu próprio nome indica, em viajar de metro sem calças! Também este ano, segundo a agência Efe, várias centenas de habitantes de Nova Iorque andaram de metro em trajos menores, no passado dia 9 de Janeiro.

Segundo a plataforma Improv Everywhere, “o objectivo não é ofender, mas sim ‘fazer rir os demais’ e divertir”. Costuma dizer-se que uma desculpa não pedida é uma acusação manifesta. Ou seja, se a própria organização diz que esta iniciativa não tem nenhuma finalidade ofensiva é porque de facto a tem, como é óbvio.

É curioso que, na sociedade pós-moderna, quase não se possa andar de hábito religioso na rua, mas se possa andar no metro com a roupa interior à mostra … O crucifixo ao peito, ou o véu islâmico, ofendem a laicidade do Estado, mas os trajos menores não só não insultam a religiosidade de ninguém, como também não ofendem a decência de quem ainda a tem! Paradoxo pós-moderno: há liberdade total para chocar e escandalizar, mas não se dê a ninguém o direito a sentir-se ofendido pelas atitudes indignas.

Qualquer dia, esta ou outra arrojada instituição reedita esta iniciativa mas sem qualquer roupa e os cidadãos terão que aceitar que o espaço público seja invadido por este tipo de aventesmas, sem ripostar, pois qualquer atitude de reprovação é, a priori, tida por reacionária, intolerante e fundamentalista. A decadência da civilização ocidental no seu melhor, ou seja, no seu pior.

“Os organizadores instaram os participantes a atuarem normalmente, como se não se conhecessem e responderem, caso alguém os interpelasse, que se trata de ‘uma coincidência’ ou que ‘se esqueceram das calças em casa’”. Portanto, para além de fazerem uma triste figura, são também convidados a mentir. A uma pergunta tão estúpida, como seria a de indagar a razão do despropósito, nada melhor do que uma resposta não menos imbecil, como a que generosamente propõe a organização, para o caso dos próprios não saberem o que dizer, como convém à imbecilidade de quem adere a uma tão estupidificante iniciativa.

Mas há mais: “’Queremos dar aos nova-iorquinos uma razão para levantarem os olhos dos papéis e dos ecrãs dos telemóveis e experimentarem algo diferente na sua rotina diária’, referiu uma das organizadoras, Jesse Good, em declarações aos meios de comunicação locais”. De facto, é muito provável que a roupa interior dos outros passageiros seja um importante motivo para deixar para outra ocasião a leitura das notícias ou de um livro.

“No final da viagem, que terminou em Union Square, os participantes foram convidados a celebrar a iniciativa bebendo um copo num bar da zona, onde o único requisito para entrar era ‘não usar calças’”. É provável que a bebida, alcoólica de preferência, ajude a remediar a constipação provocada pela escassez de vestuário e, ao mesmo tempo, apagar da memória a degradante experiência. Como no caso do bêbado, que bebia para esquecer… que era bêbado.

Como a estupidez não é atributo exclusivo de nenhum povo, esta acção, que se realizou pela primeira vez em 2002 em Nova Iorque, “estendeu-se a várias cidades de todo o mundo, como Londres, Praga, Berlim, Varsóvia e Milão, entre outras”. Todas elas, ao que consta, se uniram, no passado dia 9, à 16ª edição da ‘No Pants Subway Ride’”. Segundo a mesma fonte, “a iniciativa chegou a realizar-se em Lisboa e no Porto” mas, como pelos vistos não se repetiu, não deve ter tido êxito, o que muito honra, respectivamente, alfacinhas e tripeiros, e todos os portugueses em geral.

Talvez este caso bizarro não seja mais do que uma excentricidade de mau gosto, sem maior importância. Mas pode ser também um sintoma da decadência a que chegou a sociedade pós-moderna desde que se divorciou da sua matriz cristã. O primeiro ensinamento bíblico é a criação do homem à imagem e semelhança de Deus. Sem consciência da sua identidade, o ser humano mais não é do que mais um animal. Na verdade, tão ridículo é um cãozinho com calças, como um homem sem elas.

São João Maria Vianney, o santo cura de Ars, dizia: “Deixai uma paróquia vinte anos sem padre e lá os homens adorarão os animais”. A No Pants Subway Ride prova isso mesmo: onde se perde a noção cristã da excelência humana, extingue-se também a mais elementar consciência da própria dignidade.

Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada in Observador AQUI

(seleção imagem 'Spe Deus')

O Evangelho de Domingo dia 12 de fevereiro de 2017

«Não julgueis que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim para os abolir, mas sim para cumprir. Porque em verdade vos digo: antes passarão o céu e a terra, que passe uma só letra ou um só traço da Lei, sem que tudo seja cumprido. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos mesmo dos mais pequenos, e ensinar assim aos homens, será considerado o mais pequeno no Reino dos Céus. Mas o que os guardar e ensinar, esse será considerado grande no Reino dos Céus. Porque Eu vos digo que, se a vossa justiça não superar a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus. «Ouvistes que foi dito aos antigos: “Não matarás”, e quem matar será submetido ao juízo do tribunal. Porém, Eu digo-vos que todo aquele que se irar contra o seu irmão, será submetido ao juízo do tribunal. E quem chamar cretino a seu irmão será condenado pelo sinédrio. E quem lhe chamar louco será condenado ao fogo da Geena. Portanto, se estás para fazer a tua oferta diante do altar, e te lembrares ali que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem fazer a tua oferta. Concilia-te sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele no caminho, para que não suceda que esse adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao guarda, e sejas metido na prisão. Em verdade te digo: Não sairás de lá antes de ter pago o último centavo.2«Ouvistes que foi dito: “Não cometerás adultério”. Eu, porém, digo-vos que todo aquele que olhar para uma mulher, cobiçando-a, já cometeu adultério com ela no seu coração. Por isso se o teu olho direito é para ti causa de pecado, arranca-o e lança-o para longe de ti, porque é melhor para ti que se perca um dos teus membros, do que todo o teu corpo seja lançado na Geena. E se a tua mão direita é para ti causa de pecado, corta-a e lança-a para longe de ti, porque é melhor para ti que se perca um dos teus membros, do que todo o teu corpo seja lançado na Geena. «Também foi dito: “Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe libelo de repúdio”. Eu, porém, digo-vos: todo aquele que repudiar sua mulher, a não ser por causa de união ilegítima, expõe-na a adultério; e o que desposar a mulher repudiada, comete adultério. «Igualmente ouvistes que foi dito aos antigos: “Não perjurarás, mas guardarás para com o Senhor os teus juramentos”. Eu, porém, digo-vos que não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de Seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande rei. Nem jurarás pela tua cabeça, pois não podes fazer branco ou preto um só dos teus cabelos. Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que passa disto, procede do Maligno.

Mt 5, 17-37

São Josemaria em Lourdes

São Josemaria esteve várias vezes em Lourdes. Em Au pas de Dieu, de François Gondrand, vem um breve relato de uma das suas visitas à gruta, no dia 3 de Outubro de 1972


O avião em que o Padre viaja acaba de aterrar no aeroporto de Tarbes e alguns dos seus filhos franceses e espanhóis vieram para o cumprimentar antes de continuar a sua viagem até Hendaia, a caminho de Espanha. Pensa estar várias semanas na Península Ibérica e ver muitas pessoas. Antes disso, a 7 de Outubro, irá presidir a uma cerimónia em Pamplona durante a qual concederá o título de doutor honoris causa pela Universidade de Navarra a um alemão, Erich Letterer, professor de Medicina; a um espanhol, historiador de Arte, o Marquês de Lozoya; e a um francês, o professor Ourliac, catedrático de História do Direito e membro do Institut de France.

Diante da basílica de Lourdes, para onde foi logo de seguida, Mons. Escrivá fala dos “milagres” que começaram a acontecer em Torreciudad, do outro lado dos Pirinéus, apesar de o novo santuário e de os edifícios anexos não estarem ainda concluídos: confissões, conversões, decisões de entrega mais plena ao Senhor… todos esses milagres da graça com que sonhava quando deu luz verde ao começo das obras.

Com passo decidido, o Padre dirige-se à gruta. Como sempre que visita Lourdes, detém-se a beber água na fonte milagrosa; depois, encaminha-se para o lugar das aparições, onde vai começar um acto de culto e, logo que divisa a imagem de Nossa Senhora, ajoelha-se por terra. Depois de uns momentos de oração intensa, atravessa de novo a esplanada.

Logo a seguir, o Padre despede-se dos seus filhos franceses e entra no carro.

Antes de beber a água milagrosa, disse aos que o rodeavam que não queria pedir nada de ordem pessoal à Virgem Maria, nem sequer a saúde. Não ficam estranhados, porque os seus filhos conhecem bem o motivo desta visita a Lourdes, onde a 11 de Novembro de 1937 tinha celebrado missa depois de uma dramática travessia dos Pirinéus. O motivo é o mesmo que o das outras peregrinações a este mesmo santuário, e ao de Sonsoles, em Ávila, e ao Pilar de Saragoça, e à basílica de Nossa Senhora das Mercês, em Barcelona, e aos santuários de Einsielden, na Suiça, e do Loreto, na Itália… E Torreciudad, em 1970, e Fátima, em Portugal, e Guadalupe, no México…

O que pede à Senhora nesses famosos lugares de peregrinação é a paz da Igreja, a paz do mundo, a perseverança dos seus filhos e filhas, a fecundidade dos apostolados da Obra…

Agora mais que nunca, a sua principal preocupação é a situação da Igreja. Isso leva-o a intensificar as suas ânsias de reparação e a reforçar a fé dos seus filhos, quer dos que o visitam em Roma quer dos que encontra nas suas deslocações. Anteriormente reunia-se com grupos não muito numerosos, agora sente a urgência de falar de Deus de modo directo ao maior número de pessoas para que aprofundem na sua vida cristã. Mas, como para ele, o apostolado tem de ser – como havia escrito em Caminho – fruto da oração, que vai a par com o sacrifício, repete com frequência as palavras de uma oração litúrgica que já utilizava desde a sua juventude: “Ure igne Sancti Spiritus…” Senhor, abrasa-nos com o fogo do teu Espírito Santo, queima as nossas entranhas e os nossos corações…

Nele este desejo nutre-se com a procura de uma maior intimidade com a Sagrada Família de Nazaré, a quem invoca como a trindade da terra. Se nós queremos ganhar intimidade com Nosso Senhor e com a nossa Mãe do Céu, temos de aprender de José.

Ao lado de São José, a sua alma sente-se mais perto de Maria, e também de Jesus, o Deus feito Homem, que, por sua vez, o introduz no mistério da Santíssima Trindade. É assim que vai, segundo as suas próprias palavras, da trindade da terra à trindade do Céu, seguindo esse caminho de infância espiritual de que os grandes místicos falaram. Um caminho que, pela sua difícil facilidade, a alma deve começar e continuar, pela mão de Deus, e que requer a submissão do entendimento, mais difícil que a submissão da vontade.

François Gondrand, Au pas de Dieu, Paris, 1982

São Josemaría Escrivá nesta data em 1975

A Igreja celebra a festa de Nossa Senhora de Lourdes. São Josemaria encontra-se em Caracas, Venezuela, e comenta: “Vós e eu, que nos chamamos cristãos, que somos irmãos de Jesus Cristo e filhos de Santa Maria, devemos portar-nos com toda a limpeza possível, para nos parecermos a este Irmão mais velho e a esta Mãe. É isso que espero de vós, e isso peço para mim a Nosso Senhor e à Virgem de Lourdes”.

Há quatro anos nesta data - "Meu querido e amado Papa …"

Ainda que com profunda tristeza humana sei que o anúncio da sua resignação está certamente inspirada pelo Divino Espírito Santo e que esta visa o bem da Santa Madre Igreja, a Igreja de Jesus Cristo que também é de todos os que nela se revêem.

Com muito amor e confesso que lavado em lágrimas, prostro-me diante do Senhor e em oração suplico-Lhe que proteja Joseph Ratzinger, aliás como todos os dias o fazia, pedindo a intercessão da Virgem Maria.

Hoje Dia Mundial do Doente entrego as minhas orações pelo Papa hoje Emérito e pelo Papa Francisco a Nossa Senhora de Lourdes confiante na Sua intercessão por ele e por toda a Igreja.

Termino repetindo a palavra que me enche a mente neste momento, GRATIDÃO, GRATIDÃO, GRATIDÃO, … 

Louvado seja Deus Nosso Senhor pelo extraordinário Papa que nos ofereceu!

JPR
11.02.2013 com adaptação relativa ao atual Pontificado

«Não é o evitar o sofrimento, a fuga diante da dor que cura o homem, mas a capacidade de aceitar a tribulação e nela amadurecer, de encontrar o seu sentido através da união com Cristo, que sofreu com infinito amor» 

(Bento XVI - Enc. Spe salvi, 37)

Nossa Senhora de Lourdes

"Cristo morreu por todos a fim de que aqueles que vivem, não vivam mais para si, mas por Aquele que morreu e ressuscitou por eles" 2Cor 5,15

Hoje, o mundo inteiro venera Nossa Senhora, sob o título de Nossa Senhora de Lourdes. Lembramos o que se chama "aparição de Nossa Senhora", ou aparições que se repetiram de 11 de Fevereiro até 16 de Julho.

O grande teólogo e pesquisador de Lourdes, o Padre Laurentin, examinou as 14 aparições centrais e as mensagens sobre Nossa Senhora, "toda cheia de graça e concebida sem pecado original", pelos méritos de Cristo.

O hino "Louvando a Maria" ressoa em quase todas as peregrinações do mundo, atraindo pessoas que queiram levar, como Nossa Senhora, Cristo aos homens.

O Evangelho do dia 11 de fevereiro de 2017

Naqueles dias, havendo novamente grande multidão e não tendo de comer, chamando os discípulos disse-lhes: «Tenho compaixão deste povo, porque há já três dias que não se afastam de Mim e não têm que comer. Se os despedir em jejum para as suas casas desfalecerão no caminho, e alguns deles vieram de longe». Os discípulos responderam-Lhe: «Como poderá alguém saciá-los de pão aqui num deserto?». Jesus perguntou: «Quantos pães tendes?». Responderam: «Sete». Então ordenou ao povo que se sentasse no chão. Depois, tomando os sete pães, deu graças, partiu-os e dava-os a Seus discípulos para que os distribuíssem; e eles os distribuíram pelo povo. Tinham também alguns peixinhos. Ele os abençou e mandou que fossem distribuidos. Comeram, ficaram saciados e dos pedaços que sobejaram recolheram sete cestos. Ora os que comeram eram cerca de quatro mil. Em seguida Jesus despediu-os. Entrando logo na barca com os discípulos, passou ao território de Dalmanuta.

Mc 8, 1-10